Archive for March, 2011
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O trailer de “O Palhaço”, novo filme de Selton Mello

Novo de Mello, sobre dois palhaços de circo do interior (um deles é o Paulo José, o outro o próprio Selton). A cara da coisa mostra um caminho aparentemente diferente de “Feliz Natal”, filme que eu gostei, mas preciso rever. Boto fé nesse aí também.

Dica de @pollibud

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“A Felicidade dos Peixes”, de Arthur Lins, estreia hoje

Belíssimo cartaz, para um filme ultra-aguardado. É de Arthur, de quem sou fã – todos sabem.

Hoje, às 20h30, na Usina Cultural, por 2 dilminhas de entrada (ainda com direito a meia).

E, claro, tem também o longa “Luzeiro Volante”, de Tavinho Teixeira.

Estarei lá.

Quer ler mais sobre o assunto? Veja o Vida & Arte de hoje ou o blog Deu Post.

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O cartaz de “Miles” é tudo que importa hoje

Seria fake? É real? Falam sobre 2013. Quem sabe? A ideia do poster é que ficou genial.

E fiquem com “So What”, acompanhado de John Coltrane.

Via @lyral

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A coisa mais tropical-antropofágica desde…

…desde o YouTube?. Emocionei com esse Top Gear aí, maluco.

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Yojimbo: meu primeiro Akira Kurosawa

Assisti hoje o meu primeiro Akira Kurosawa, fora de qualquer tipo de indicação inicial. Comecei por Yojimbo porque foi o primeiro a ser disponibilizado por aí pra baixar em 1080p, puxado da coleção da Criterion, fiel ao cinema do japonês. Acabou que assisti, sem saber, ao filme que teria dado origem à trilogia do homem sem nome, de Sérgio Leone. Se diz que Leone fez Por um Punhado de Dólares, inspirado em Yojimbo. Fato é que, como eu também não assisti à trilogia do italiano e estava curioso para fazer isso, tenho agora motivação maior. Isso porque Yojimbo, além de um grande filme, é uma pérola que restaurada nesta edição da Criterion é uma delícia de ver, devido à nitidez de imagem e som.

Kurosawa tem uma habilidade ímpar em formar seus planos e o que acontece em cena para resultados específicos. Pegou a brincadeira de planos sem divisão de profundidade de campo de Cidadão Kane, e deu outro caminho (veja na primeira imagem acima). Ele os utiliza para gerar tensões ou, em outros casos, para dar plasticidade a uma cena em que todas as expressões precisam ser observadas numa tacada só. Coisa de mestre. As cenas de luta então… o Tarantino de Kill Bill aprendeu com ele.

Que venha mais Kurosawa e, também, Leone.

Aliás, este é o filme que eu me “devia” há tempos por ter lido Veríssimo elogiando sua cena inicial, em texto já replicado aqui no blog. Veríssimo, por sinal, descreve a cena de forma equivocada, mas a gente perdoa.

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Você também tem uma boa história pra contar

Donald Miller, um escritor gringo que admiro bastante, em vídeo falando um pouco sobre o seu livro mais recente, lançado pela editora Garimpo: Um Milhão de Quilômetros em Mil Anos. O livro está com nova tiragem na Amazon, agora em “paperback”, que acaba saindo mais barato até que a edição de Kindle. Ainda não li, mas está nas metas ainda para o 1º semestre de 2011.

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