Archive for February, 2010
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[Cinema] Confira os trailers e sinopses das estreias desta sexta nos cinemas da capital

"O Lobisomem"

O Lobisomem, de Joe Johnston

Nada de vampiros e Lobisomens com pinta de galã, abdomens definidos e  apaixonados por mocinhas contemporâneas. A refilmagem de O Lobisomem (1941), traz a velha e verdadeira forma dessa criatura às telas de cinema. A trama aproveita personagens e o cenário original do filme e conta a história de Larry Talbot (Benicio del Toro) que retorna ao castelo de seu pai em busca do seu irmão desaparecido. Durante as investigações, Larry dá de cara com uma antiga maldição em curso: uma criatura selvagem que devora e destroça suas vítimas, algo bem mais legal do que uivos ou pinguinhos de sangue. Veja o filme nas salas 6 do Box Cinemas e no Multiplex Tambiá 5.

Trailer de O Lobisomem

"Percy Jackson e o Ladrão de Raios"

Percy Jackson e o Ladrão de Raios, de Chris Columbus

Muito chata essa vida de ficar controlando os seres humanos lá do Olimpo, bom mesmo é pular a cerca e ir para uma farrinha terrestre.  E são dessas farras entre deuses e mortais que nasce história como a de Percy Jackson (Logan Lerman). O garoto descobre que seu pai é o Poseidon, deus dos mares,  e a partir daí deseja impressionar seu papai enfrentando meia dúzia de bichinhos antropomórficos, tentando capturar o raio de Zeus que foi misteriosamente roubado. Veja o filme nas salas 5 e 7 do Box Cinemas (dub*) e no multiplex Tambiá 6 (dub).

Trailer de Percy Jackson e o Ladrão de Raios

No Cine Bangüê continua em cartaz o premiado Entre os Muros da Escola que já ganhou resenha de Richard Oliveira aqui no Diversitá.  O longa, dirigido pelo cineasta Laurent Cantet, fica em cartaz sexta, sábado e domingo, sempre às 18h30 e 20h30. Os ingressos, à venda na bilheteria do cine-teatro, custam R$ 6 (inteiro) e R$ 3 (meia). A classificação indicativa do filme é de 12 anos.

* O Box Cinemas informou que por um atrasado na chegada da cópia legendada do filme, serão exibidas apenas cópias dubladas do filme. Entretanto, já nos foi informado que a partir da sexta-feira, dia 19, o filme será exibido legendado na sala 5, normalmente.

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[Música] ‘A Jornada do Switchfoot’: confira uma ótima entrevista com Jon Foreman, vocalista da banda

O vocalista e líder da banda Switchfoot: JonForeman

A Jornada do Switchfoot*, por Roxanne Wieman e Mark Lore

“Um cínico é apenas alguém com um coração machucado,” diz o vocalista do Switchfoot, Jon Foreman, como se isto fosse um lema. “As circunstâncias te destroem e a resposta mais fácil para isso é destruir alguém junto.” É uma declaração que, ao mesmo tempo, mostra sua desaprovação e compreensão para com os críticos que tentam menosprezá-lo junto com sua banda.

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[Cinema] E se famosos e excêntricos realizadores dirigissem o Superbowl?

Tarantino Superbowl

O site Slate lançou uma paródia entitulada: “O que aconteceria se famosos realizadores dirigissem o Superbowl?”. Em resumo, trata-se de um excelente vídeo que mostra as versões da final do futebol americano pelo olhar de Quentin Tarantino, David Lynch, Wes Anderson, Jean-Luc Godard e Werner Herzog. Obviamente que o editor do vídeo, Andrew Bouvé, brinca com os clichês ligados ao universo destes diretores, mas faz isso com destreza. Não vou descrever, veja por você mesmo, mas os que mais gostei foram os de David Lynch, Wes Anderson e Werner Herzog:

Via FirstShowing

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[Cinema] ‘Um elefante no microcosmo’. Leia a resenha sobre ‘Entre os Muros da Escola’

O professor François Marin em "Entre Os Muros da Escola"

Um elefante no microcosmo

Enquanto a educação é a protagonista de Entre os Muros da Escola, é justamente a tensão que cumpre o papel de ser o antagonista. Este sentimento, mais que apenas uma camada possível no desenrolar do filme, é constante e latente. É por ele que a câmera realista de Laurent Cantet decide ser o que é. Como narrador-personagem, este olhar nunca está onde não pode estar. O cotidiano entre estes muros chega até a percepção do professor François Marin, mas nunca vai além do simples ato de mostrar (e isto é um mérito). Cantet surpreende justamente ao utilizar uma montagem bastante entrecortada para limitar esta observação, para não dar chance de ir onde um olhar comum não iria – e se há um efeito claro é a busca por fazer sentir o “sufocar” que esta tensão causa.

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[Rápido&Rasteiro] Pequenas notas sobre alguns grandes filmes vistos nos últimos dias

Vingança, de Johnnie To

Vingança (Johnnie To, 2009) | PC

As escolhas de Johnnie To em seus filmes são assustadoras de tão elaboradas. O diretor consegue como poucos, dividí-lo em estágios que terão uma força própria admirável. Cada cena de Vingança, sem exceções,  conseguiu trazer a mim o mesmo impacto que tive quando vi pela primeira vez Exilados. Por sinal, estes dois filmes são praticamente idênticos. Tanto Exilados como Vingança mostram basicamente mercenários na ativa. E a cena de alguém ferido sendo levado para a clínica clandestina está lá; a cena das pessoas fugindo dessa clínica também está, tal qual o encontro com o mar, a hora de comer e o seio familiar. Johnnie To sabe o que quer e tem um universo muito bem determinado que deseja expor nas telas. Um universo fascinante.

"A Última Noite", de Robert Altman

A Última Noite (Robert Altman, 2006) | DVD

Antes de pensar em escrever esse post, notei que sobre Vingança e A Última Noite, eu diria a mesma coisa: Altman também traz à mostra aqui sua capacidade de desenvolver um universo muito rico de detalhes. Isto, por sinal, é exatamente o que faz de A Última Noite um filme rico e divertido de se ver. Sem sair da superfície (ou seja, sem mostrar nada fora do campo de ação), Altman consegue nos levar cada vez mais próximos da paixão que existe entre esses personagens por aquele programa. Como se não bastasse, ainda nos puxa pelo pé com as interpretações de canções divertidíssimas ou extremamente emocionais. Meu segundo Robert Altman e terminei feliz.

"Lunar", de Ducan Jones

Lunar (Duncan Jones, 2009) | PC

Lunar é praticamente um conto: a dinâmica narrativa e a sequência dos fatos é extremamente sintética, mas com uma carga de extra-campo instigante. Quando terminei de assistir eu tive aquela impressão extremamente passível de falhas: deveria haver mais cinema assim. Notei que existe um excesso de filmes baseados em romances ou baseados na dinâmica mais aprofundada de romances – quando deveriam ser mais contos. Estes, a meu ver (quando muito bem escritos), conseguem mexer muito mais com a imaginação do leitor – porque dizem menos. O cinema de hoje (ou de sempre?) ainda continua a nos entregar tudo pronto. Lunar não é assim: a história de Sam Bell nos cativa e nos leva, o tempo inteiro, a pensar sobre o que veio antes e o que virá depois. E o filme não nos diz muito – e eis seu ponto forte. Foi lançado direto em DVD no Brasil, mas tem um visual digno de ser assistido numa tela bem grande.

"Invictus", de Clint Eastwood

Invictus (Clint Eastwood, 2009) | Cinema

É um tanto estranho quando você está vendo o filme de um dos seus diretores preferidos e, de repente em certa cena, você para e pensa: “o que houve com ele, meu Deus?!”. Clint sempre usa roteiro dos outros e não dá para culpá-lo de certos diálogos mais óbvios e, por vezes, piegas assinados por Anthony Peckham (do novo Sherlock Holmes). Mas como se não bastasse, Clint ainda nos pega de surpresa sem o cuidado classudo de sempre. A direção dele está mais óbvia aqui e sem os climas excepcionais de antes. O personagens e a história de certa forma parecem ter mexido mais com o diretor, levando a uma passionalidade ainda mais presente. Entretanto, Clint sempre colocou algo de si em seus filmes e aqui ele parece colocar algo de sua esperança. O que me interessa sem dúvida. Mas saí da sala me perguntando se tio Clint está bem: mesmo que a história tenha certa força própria, ela não chega aos pés do que o diretor costuma fazer geralmente.

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[Música]: Leia o comentário-resenha-sei-lá-o-quê sobre o ótimo ‘Iê Iê Iê’, de Arnaldo Antunes

Arnaldo Antunes

O não-rei do Iê Iê Iê

Arnaldo Antunes nunca foi um cara que conseguiu me cativar de verdade com sua música. Mas também nunca dei importância o suficiente ao seu lado musical a ponto de pegar um CD inteiro e ouvir com calma. Sempre me chamou anteção o seu trabalho como poeta de claras influências dos concretistas (cheguei a folhear algum livro seu). Eu gostava de ouvir “O Pulso”, dos Titãs, quando era adolescente – mesmo que não seja uma música lá muito alegre. O que me deixava empolgado era aquela poesia maluca sobre alguma coisa real mesmo.

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[Música] Beyoncé leva tudo pra casa no Grammy e Vanessa Souza comenta os premiados

Beyoncé com cara de "levei tudo! Foi mal, gente!"

Aquecimento Comentários Diversitá Beyoncé Awards 2010 (ops, Grammy).

Aprenda a dançar o hit ” Single Ladies (Put a Ring on it)”:

Passo 1: “A desmunhecada”

Passo 2: “Soquinho”

Passo 3: “Karatê”

Passo 4: ” Olha o meu anel”

[Rindo muito! Duvidê-ó-dó você dançar que nem ele, quer dizer que nem a Beyoncé!]

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