NADA MAIS POR HOJE.
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O cineasta M. Night Shyamalan fez de um avatar baseado no popular cartoon da Nickelodeon uma superprodução. The Last Airbender (foto) ou Avatar: A Lenda de Aang é uma série que se passa num mundo fictício influenciado pelas artes marciais asiáticas mescladas à magias elementais. Assista ao teaser trailer de Tha Last Airbender, do mesmo diretor de O Sexto Sentido. O filme conta com o protagonista de Quem Quer Ser um Milionário, Dev Patel.
Beetle Juice, beetle juice, beetle juice (Besouro Suco)! Quem esquece dessa frase? Fazendo um paralelo bem nada a ver, quero ver todo mundo assitindo ao filme nacional com orçamento de blockbuster para o nosso país (estimado em 10 milhões). Besouro conta a história do lendário capoeirista Besouro Mangangá. O diferencial do filme são os efeitos especiais e as coreografias que foram feitas por Hiuen Chiu Ku, o china responsável pelos efeitos e lutas de Matrix, O Tigre e o Dragão e Kill Bill. Dirigido pelo publicitário brasileiro premiado João Daniel Tikhomiroff, com roteiro de Patrícia Andrade, de Os 2 filhos de Francisco, Besouro estreia em outubro. Tá a fim de ver capoeirista voando, subindo parede e desviando de bala (brincando!)?
Um militar americano (o marido de Agelina Jolie) escala uma tropa de elite formada por soldados judeus para se vingar dos ataques nazistas na Europa. Batizado de ” Os bastardos”, cada integrante do grupo tem a missão de recolher cem escalpos de cada oficial nazista. O novo filme de Tarantino Bastardos Inglórios, conta com um elenco internacional: o americamo Brad Pitt (Tarantino afirma ter escrito esse personagem pensando nele), a atriz francesa Málanie Laurent e os alemães Christoph Waltz, Daniel Brühl e Diane Kruger. O filme alterna diálogos em inglês, francês, alemão e italiano. Bem feito para os americanos, que segundo a lenda odeiam filmes com legenda. Em entrevista coletiva para o G1 em Cannes, Quentin Tarantino disse quando lhe perguntaram sobre as legendas que não era um cinesta americano e que fazia filmes para o planeta Terra. Humilde, hein? Ah ele pode. Abaixo, o novo trailer oficial do filme, para a TV americana. Estreia por aqui em setembro.
Segundo a crítica, Hayao Miyazaki conseguiu fazer, através de desenhos animados, algo que outros diretores que participam do Festival Internacional de Cinema de Veneza não souberam fazer com atores. Gake no Ue no Ponyo (Ponyo on the Cliff by the Sea) conta a história de um menino que salva uma peixinha vermelha (Ponyo). A amizade entre os dois cresce tanto que Ponyo passa a querer se transfmormar em uma menina. Miyazaki disse em entrevista que, para atingir seu objetivo escolheu trabalhar manualmente, porque o computador, ainda que seja bom, enfraquece a força da mensagem. Ele ganhou, com A Viagem de Chihiro, o Urso de Ouro de Berlim em 2002 e o Oscar de melhor animação em 2003.
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Aproveitando o embalo dos trailers, que tal conferir a listinha dos 50 melhores trailers de todos os tempos segundo o site IMC.

Em Duplicidade o diretor Tony Gilroy colhe os frutos de outro filme. Não trata-se de plágio e talvez nem de uma homenagem, mas estão lá pontadas de O Plano Perfeito, de Spike Lee. Isso, entretanto, longe de ser apenas porque um dos protagonistas do filme de Gilroy também está no outro filme. Estamos falando de algo mais amplo. Antes, uma breve descrição: Clive Owen e Julia Roberts são dois agentes secretos (ele inglês, ela americana) que se apaixonam e passam a viver um jogo de desconfiança e desencontros. Sabemos disso tudo através de flashbacks, já que os dois estão, agora, trabalhando na segurança de empresas concorrentes, cujos donos são Paul Giamatti e Tom Wilkinson.
De O Plano Perfeito, Gilroy nos traz a inspiração a um formalismo dedicado enquanto diretor, levando a disposição dos atores em cena à níveis dos quais a Hollywood de hoje em dia está pouco acostumada. Ou seja, um simples posicionamento diferente em cena, produz outra significação do que vemos na tela. Parece simples, mas por ter sido exaustivamente usada de forma inadequada, são poucos os que conseguem fazer disso uma virtude. Na prática? Basta lembrar da cena na qual Julia Roberts entrevista uma empregada da empresa onde está infiltrada: toda a postura da atriz à cadeira é o suficiente para entender o que ela está sentindo. Mas, como se não fosse o suficiente, ainda temos o seu olhar preciso. Isto tudo, obviamente, sem depender da amarra que poderia ser a oralidade. Se tudo já está ali, sem “falar” nada, pra quê mais?
Mas nem só de acertos vive o filme de Gilroy. Ele nos leva a caminhos menos óbvios durante toda a exibição, mas erra gravemente ao escolher o meloso para representar a relação de amor entre os personagens. Música romântica demais tocando de forma inesperada, quando nada (se pensarmos o trabalho de trilha sonora do filme) indicava para isso. Não seria grande problema se depois de tantos jogos inteligentes com o espectador, tudo não fosse encerrado com uma tacada um tanto cruel na brincadeira das pistas falsas. Erro comum nos filmes que se propõem a “enganar” quem os assiste: entrar no beco sem saída cuja única possibilidade é quebrar o beco inteiro e assustar quem estava ali por perto. A última cena, entretanto, após a descoberta um tanto canalha, compensa todo erro. Gilroy então não põe tudo a perder, considerando todo o seu trabalho primoroso, mas chega bem perto.

Acabou a espera para os fãs e simpatizantes do filme Transformers. A partir desta quarta-feira nas salas 1,2 e 8 do Box você poderá assistir a continuação do diretor Michael Bay, que transformou e adaptou para o cinema a famosa linha de brinquedos dos anos 80. O que esperar de Transformers: A Vingança dos Derrotados?
As críticas ficaram divididas em dois grupos: os que amaram e os que odiaram com todas as forças. Do lado negro da crítica, o filme é violento e sem sentido (New York Times), possui uma trama chatinha e sem vida com colisões suficientes para entediar (LA Times e Time). Do lado paz e amor, o filme conta com 2h de perseguições e acidentes de carro, com sequências extraordinárias de animação (Washington Post e Wall Street Journal).
No meio desses embates, o Diversitá vai ponderar para você, ok? No primeiro filme, Michael Bay (Armageddon e Pearl Harbor) usa uma dança de animações enlaçada num tema bem “amor à pátria”, com uma veia cômica, sem perder aquele arzinho de filme aventureiro-caça-níquel cheio de testosterona. Eu adorei, mas não é um filme que consegue fazer um mix legal de inteligência e ação. Levando em considerção que o segundo filme tem a mesma linha de raciocínio, deve ser mais ou menos por ai também.O elenco de Transformers: A Vingança dos Derrotados conta novamente com o bonitinho revelação de Hollywood Shia Labeouf (Paranóia), Josh Duhamel (Turistas) e Megan Fox (Confissões de uma Adolescente em Crise) e tem como produtor executivo Steven Spielberg.
Agora, creio eu que (talvez) bem mais esperado do que carros transformando-se em robôs num estilo bem PowerRangers, é o retorno da Julia Roberts. Vamos falar dela então. A mais bela de Hollywood (?) volta as telonas num estilo Sr. e Sra Smith mais calmo, numa combinação entre espionagem, romance (tapas e beijos), intriga e um toque de comédia.
Duplicidade, dirigido por Tony Gilroy (Conduta de Risco), faz um paralelo entre uma batalha corporativa entre homens engravatados e a dinâmica afetiva do casal Julia Roberts (O Casamento do meu Melhor Amigo) e Clive Owen (O Plano Perfeito) que, por sinal, já contracenaram juntos em Closer – Perto Demais. Owen também esta atuando no filme Trama Internacional (dirigido por Tom Tykwer de Corra, Lola, Corra) como um agente da Interpol decidido a desmascarar as operações ilícitas de uma grande instituição financeira.
No meio de todo uma estrutura cheia de chefões sisudos da indústria farmacêutica, Gilroy encontra espaço para ironizar de leve os pequenos conflitos que surgem em todo relacionamento: a desconfiança, o ciúme e o egoísmo. Duplicidade é recheado de flashbacks, exigindo do público uma concentração para montar as peças de intrigas e enganos, já que Claire (Roberts) e Ray (Owen) fazem de tudo para esconder seu relacionamento, se encontrando e desencontrando, trocando segredos e informações confidenciais numa trama envolvente, mas que segundo a crítica não tem um final tão bem amarrado quanto Conduta de Risco. Você pode conferir nesta Sexta-feira Duplicidade na sala 5 do Box. Já nas salas do Tambiá e Boulevard (Campina Grande) nada de estreias até a próxima semana.
ERRATA:
Erramos ao indicar o filme Transformers: A Vingança dos Derrotados como estreia desta sexta-feira. O filme, na verdade, entra em cartaz durante uma pré-estreia em 3 salas do Box Cinemas na próxima quarta e quinta (25 e 25). Logo, a única estreia oficial desta sexta-feira é o filme Duplicidade. Correções em negrito no post. Nota do editor.
Abaixo, os trailers legendados dos dois filmes:
DUPLICIDADE
TRANSFORMERS: A VINGANÇA DOS DERROTADOS
O fotógrafo paraibano Anderson Silva apresenta no Espaço Mundo “Fragmentos Sonoros”, uma exposição de fotos mostrando os bastidores e palcos em detalhes dos melhores eventos do eixo João Pessoa- Recife- Natal nos últimos dois anos. São trinta fotos coloridas e em preto e branco, com registros individuais ou de grupo dos shows realizados aqui e em festivais como Festival Mundo, Abril Pro Rock e DoSol. Em entrevista para o site Lado Norte, Anderson explica que seu envolvimento com a música começou quando passou a fotografar grandes shows de rock e festivais.
A exposição “Fragmentos Sonoros” começa hoje e vai até o dia 18 de Julho, nas Quartas e Sextas às 18h lá no Espaço Mundo que fica na Praça Anthenor Navarro, Centro.
O fotógrafo Anderson Silva estará no programa Diversitá desta sexta-feira, às 18h, na Tabajara FM 105.5. Abaixo, confira outros trabalhos de Anderson:


O novo filme de Heitor Dhalia (O Cheiro do Ralo), depois de passar por Cannes, já tem trailer internacional rodando por blogs como o FirstShowing (que o Diversitá recomenda). À Deriva se passa nos anos 80 e conta a história de Filipa, uma adolescente filha de escritor (Vincent Cassel) que descobre que seu pai tem uma amante, o que faz com que ela reveja a visão que tem de família.
A produção foi aplaudida de pé em no festival em maio e tem sido bem recebida pela crítica. Sobre ele, o editor executivo do FirstShowing escreveu: “Seguindo os passos de Fernando Meirelles, diretor de Cidade de Deus, Dhalia é o próximo grande cineasta brasileiro que está próximo de despontar”. O crítico considera que À Deriva, apesar de não ser uma obra-prima, é um filme brilhante e que merece atenção por seu visual, trilha sonora e ótima atuação de Vincent Cassel (Senhores do Crime). No Brasil, a produção tem estreia marcada para 30 de setembro.
Confira abaixo o trailer internacional de À Deriva, com legendas em francês.
Via FirstShowing.

Para um filme que tem as cenas mais engraçadas nos créditos finais, Minhas Adoráveis ex-Namoradas teve uma única sorte: a de contar com um elenco simpático que consegue nos prender numa comédia romântica sem pé nem cabeça. Matthew McConaughey (Como Perder um Homem em Dez Dias) é um fotógrafo mulherengo que nos ensaios para o casamento de seu irmão caçula começa a ser assombrado pelo fantasma de seu tio Michael Douglas (O Rei da Califórnia), única figura paterna que lhe sobrou depois do acidente dos pais.
Normalmente as comédias românticas trabalham em focos mais dramáticos, diferente dessa aqui, que na verdade é uma mistura de Gasparzinho com qualquer outro filme romântico que você queira associar. Connor Mead (não tem como esquecer, repetem o nome dele um zilhão de vezes no filme), começa a perceber que o amor vale a pena quando viaja com a sua primeira ficante (uma fantasma podre de feia) pelos seus relacionamentos que estão sempre ligados ao pé na bunda que ele levou da Jennifer Garner.
Há duas cenas muito (muito mesmo) ridículas: na primeira, que era para ser uma cena de reflexão, Connor é levado para uma rua onde encontra seu tio, que num diálogo bem emotivo (meu Deus, por que Michael Douglas aceitou esse papel?) usa as lágrimas das mulheres machucadas pelo sobrinho como chuva, faz dos lenços usados por elas neve e num final bem trash ele diz: “E essas foram as camisinhas que você usou”. Muito ruim! Na segunda, a secretária de Connor é transformada em fantasma e depois volta à vida de novo e do nada! Sem noção.
Para os menos exigentes, Minhas Adoráveis Ex-namoradas garante umas risadinhas e um final ruinzinho água-com-açúcar de casais apaixonados. Agora para você que não gosta de perder tempo ou não é viciado em cinema ao ponto de ver todos os filmes em cartaz, esse não é nada que você esqueça espontâneamente em algumas horas.