Archive for February, 2007
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Jesus aparece em pleno carnaval!
Nas vésperas do carnaval, como em todos os anos, foi convocada uma assembléia com todos os anjos e seres celestiais, toda uma multidão de anjos, querubins e serafins, aguardando o grande Chefe, Jesus Cristo, que daria as estratégias para a “Operação Carnaval” daquele ano. Jesus Cristo chegou, e foi direto ao assunto da pauta, mas começou logo dizendo que tinha uma novidade para aquele ano.
“Vocês sabem que eu sempre participo de todas as operações que são feitas, mas esse ano vai ser diferente, vou mais uma vez me tornar humano, e durante esse carnaval eu vou sair por ai, vocês cuidem da operação desse carnaval, eu vou estar pelo Brasil, não se preocupem comigo, façam a tarefa de vocês, quero depois ouvir de cada um de vocês como se sairam.”

E assim terminou a grande reunião, com um clima meio diferente no ar, alguns anjos estavam super entusiasmados com a operação, outros, um pouco preocupados pois Jesus não iria com eles supervisionando os trabalhos, mas assim se foram para realizar suas tarefas.

Passou- se o carnaval, e uma nova grande reunião foi convocada, todos os anjos e seres celestiais ali reunidos, anciosos para saber como foi o carnaval de Jesus. E Jesus mesmo muito empolgado para contar suas experiências, deixou que os anjos começassem. Um deles muito empolgado, começou a contar sua experiência em um retiro de casais no Rio de Janeiro:

“Foi uma benção, eles cantaram muito, se divertiram muito, tiveram aquelas virgilhas longas, muitas pessoas com corações verdadeiros, fizemos muitos milagres”
Jesus, feliz , sorriu com aquele testemunho e comentou: “Também fui no Rio, escolhi um lugar pivilegiado, desfilei com a Mangueira, de verde e rosa…” os anjos estavam atonitos e em silêncio escutando as palavras de Jesus, derepente um deles gritou:
“O que o Senhor fazia lá?”
Jesus respondeu amorosamente: “Vocês precisavam ver, tinha uma menina linda, com um coração que realmente estava buscando algo verdadeiro, ela estava desfilando com a Mangueira, e eu não resisti e fui até ela, fui dizer a ela que não eram precisos aquelas roupas minusculas para se sentir amada e desejada, disse a ela que a amava incondicionalmente, e ela foi transformada, logo vai estar conosco pela eternidade, vocês vão conhecê-la.”
“Próximo testemunho!” gritou Jesus, e um anjo muito empolgado com seu carnaval, começou:
“Fui para João Pessoa, fui antes do carnaval, uma igreja se reuniu em um culto de oração, orando pelas pessoas que participavam de uma prévia carnavalesca, vocês nem imaginam, algo terrível! chamado as As Virgens de Tambaú, oramos a noite inteira, a igreja estava unida, orando fervorosamente, eles realmente condenavam tudo o que acontecia naquele bloco, e oravam por santidade em suas vidas, foi uma benção, Eu dei conta da minha tarefa, eles nem mesmo sentiram sua falta Jesus.”
“Que coincidência!”disse Jesus, “estava em João Pessoa nesse dia, soube desse bloco e fiquei curioso, resolvi ir ver. Vi um garoto com 6 anos, vestido de menina, dançando e vendo todas aquelas fantasias, homens vestidos de mulheres e mulheres vestidas de homens, fiquei preocupado com sua cabecinha, como fica a mente de uma criança diante de tanta distorção?! Então não perdi tempo, sentei do lado dele e fiquei lhe fazendo companhia a noite toda, sua mãe estava bebeda e aos beijos com um homem, que perguntei ao garoto se era seu pai, mas ele respondeu que nunca tinha visto aquele homem antes. Então ficou mais facil para mim, ela nem mesmo percebeu que seu filho estava ali, a noite toda conversando e brincando comigo. No final da noite aquele menino chamou sua mãe e disse: ‘Mamãe, mamãe, você precisa conhecer o meu novo amigo, o nome dele é Jesus, ele disse que eu seria um grande homem, ele me chamou para trabalhar com ele, deixa mamãe, ele é o dono do mundo! Ele disse que ia cuidar de mim, mamãe, e da senhora também como era antes de papai ir ficar com Papai do Céu.’
Um silêncio tomou conta do céu com aquele testemunho, nenhum anjo queria dizer mais nada, mas um anjo quebrando o silêncio disse: “Mestre conta mais sobre o seu carnaval!”
“Tudo bem!”disse Jesus. “Fui à uma cidade chamada Campina Grande, também na Paraíba, Queria encontrar algum de vocês no Encontro da Consciência Cristã, sabia que vocês estariam lá, estava com saudades. Mas no meio do caminho, encontrei um outro pessoal que estava participando de um outro encontro, da Nova Consciência, pessoas de diferentes religiões e crenças que se reunem e se congregam. E no meio desse grupo encontrei uma mulher que hà 20 anos estava frequentando centros espiritas, budismo, candoblé, cartomantes, seguindo horóscopo, e testando cada nova religião que prometia um encontro com Deus. Sentei ao seu lado e tentei conversar. Ela foi mais rápida, perguntou meu nome, respondi: “Jesus”, ela disse: “Nome bonito!”, “Você sabe quem foi Jesus” ela me perguntou, mas foi logo respondendo! “Ele foi um espirito superior, um homem bom, admiro muito ele! Já gostei de você” ela disse! “Alguém com esse nome deve ter um espirito bom!” Eu apenas sorria para ela e percebia um coração perdido. Então perguntei: “O que você procura tanto? Você tem estado em tantos lugares em tantas religiões, o que realmente você procura?” Com um olhar triste ela me respondeu: “Queria a verdade! Queria uma vida de verdade. Não consigo entender a maldade do mundo, me sinto triste, incompleta, tenho buscado em tudo e lido em tudo, mas confesso que nunca encontrei nada que realmente me sentisse com vontade de existir” “Vou te ajudar!” Eu respondi, “Apartir de hoje, siga esse Jesus que você admira, eu vou ajudar você com isso, todos os dias eu vou estar com você, você vai me sentir como se eu estivesse ao seu lado e nunca mais você vai precisar buscar por mais nada, pois eu estarei com você.” Com lagrimas nos olhos ela me disse: “Sabia que você tinha um espirito bom! Quando você fala meu coração queima e ao mesmo tempo se enche de esperança.” E eu disse a ela: “ É porque eu sou Jesus, o caminho, a verdade e a vida que você sempre quis achar” Assustada ela me olhou ir embora e foi logo gritando a todos ao seu lado “Encontrei, encontrei! Encontrei o que sempre quis achar! O nome dele é Jesus e Ele estava aqui do meu lado, mas deixou algo em mim que encheu meu coração!”

Di
ante do silêncio dos anjos e das lagrimas de alguns, Jesus disse:

“Ano que vem vou levar vocês comigo, vai ser um carnaval e tanto!”
Mas um dos anjos interrompeu Jesus dizendo: “Mas mestre não podemos abandonar os nossos e ir para o carnaval”
Mas Jesus disse: “Não se preocupe com eles, estarão bem, a salvo em algum lugar distante, em retiros e acampamentos, lendo a biblia, não correm risco nenhum, estou preocupado com o restante, estão se perdendo, se matando e sofrendo sem mim. Você vai ver os nossos nem sentirão nossa falta, provavelmente verão nossa ausência como um momentaneo silêncio de Deus e nós estaremos gritando Deus nas avenidas, nos bares, no sambodromo e em todo lugar onde estiverem os perdidos.”

Pedro Macedo

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Pelo fim do plástico e de sua plasticidade!

As flores de plástico não morrem, mas não têm o cheiro das reais.
É melhor contemplar a morte de uma flor e experimentar a perda do seu cheiro, do que perceber a inércia atemporal das flores de plástico.

Não gosto de fotografias! É uma mentira afirmar que elas eternizam momentos. Os momentos são eternizados pelas lembranças dos que experimentaram. Tenho em minha lembrança momentos eternizados, consigo lembrar o cheiro do ambiente, o gosto de tudo. Se não tem cheiro, não tem gosto, não tem forma, não é real! Parece de plástico.

Me afirmaram que os beijos são todos iguais. Não acredito nisso! Você já beijou alguém que você queria muito, mas muito mesmo beijar? Se nunca, lamento, mas você nunca beijou. Já beijei alguém que não tinha vontade de beijar, prometi a mim mesmo que nunca faria de novo, fiquei com gosto de plástico na boca.

Você quer saber minha opinião sobre as plásticas? Sou contra! Sou a favor de recuperar o que a vida estragou, mas sou contra a pretensão de tentar melhorar o que Deus perfeitamente criou. Não é divino, é plástico.
Vou criar uma tese que prove que se a falsidade pudesse ser materializada, seria feita de plástico. Sempre que sou falso me sinto barato e sem gosto, como plástico.

Porque os Kamikases usavam capacete? Penso que pela mesma razão que impedimos nosso coração de amar alguém. (“)Plastificamos(”) aquilo que de um jeito ou de outro vai acabar se despedaçando.

Sem empirismo, vou arriscar sobre sexo. Me disseram que sexo com camisinha é como chupar a bala enrolada no plástico. Deve ser ruim mesmo, ainda mais se o beijo tiver gosto de plástico também. O que torna verdade, que milhões e milhões de pessoas ao redor do mundo, não consiguiriam diferenciar entre o sexo com uma boneca inflável e com alguém com gosto de plástico.

Os fabricantes de plástico que me perdoem, mas não gosto da sua durabilidade, tudo que é breve é mais valioso. Odeio seu gosto, prefiro sentir o azedo e o amargo nos outros. Não suporto sua inodoridade, não fede e não cheira. Tenho aversão a sua frieza, demonstra seu estado morto.

Vou simplesmente fazer minhas as palavras do poeta Lenine:

“Eu quero tudo que dá e passa
Quero tudo que se despe
Se despede e despedaça.”

Quero viver a vida sem plastificações, apenas vida! sofrida, serena, alegre, teimosa vida.

Pedro

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Ou prepare a pipoca e assista o mundo se destruir.

“Até quando, meu Deus? Quando vai acabar tanta gente sofrendo?”
Nelma Vietes (avó do menino João Hélio)

Dona Nelma, confesso que me pergunto a mesma coisa frequentemente, até quando?. A tragédia que aconteceu com a vida do menino de 6 anos, João Hélio é uma oportunidade, infelizmente pós-tardia, para repensarmos nossos conceitos e a sociedade.

Edu Martins, revoltosamente, colocou sobre a tragédia: “ Devíamos parar o Brasil, Parar tudo… Dobrar os joelhos e nos declarar miseráveis… Fazer greve geral! Baixar as portas até segunda ordem, até que possamos fazer algo de fato para que o futuro possa acordar desse sono que já dura mais de 500 anos… Devíamos nos fazer em rios de lágrimas e nos contorcer inconformados de permitir a volta à “normalidade”.

Equivocadamente , construimos uma linha de pensamento na qual poderiamos viver indiferentes a nossa responsabilidade social. Caminhamos como se os problemas sociais simplesmente não fossem da nossa conta. Àqueles que se dizem cristãos, conformam-se friamente com fato de que há muitos que vivem como se Deus não existisse, como colocou o Papa Bento XVI, e a grande verdade é que ninguém tem o direito de ser indifente a nossa realidade, pois ninguém está realmente a salvo. Sem ser pessimista, mas já sendo, não vai parar por ai, João Hélio não foi o primeiro e infelizmente não será a ultima vitima do caos social que vivemos.

Minha pergunta é: “De quem é a responsabilidade de mudar nossa realidade social?” Nossa sociedade merece mudança, mas quem tem a responsabilidade de promovê-la? A responsabilidade é minha, é sua, é dos governantes, é dos Josés, Joãos, de todos nós. Todos somos responsáveis por promover mudanças sociais, e a grande verdade, é que elas não acontecerão sem a massiva participação da nossa sociedade.

Como? Seria a questão seguinte! E para responde-lá, confesso uma das razões pela qual adimiro extremamente a vida e a filosofia de Jesus Cristo. Em um exemplo de problema social, quando uma multidão necessitava ser alimentada, Cristo, não propôs aos seus discípulos saídas espirituais, ou mesmo orou buscando uma maneira de alimentar a multidão. Jesus, primeiramente, responsabilizou os seus discipulos (nós) pela tarefa de alimentar a multidão: “Dai-lhes vós mesmos algo para comer” (Mac 6:37) Em seguida, procurou saber o que eles tinham em mãos para cumprir a tarefa: “Quantos pães tendes?” (Mac 6:38).

O Evangelho de Cristo é prático! Não estou propondo que deixemos de orar em busca de saídas para as crises sociais, na verdade, digo que precisamos orar sim, e muito, mas nossas orações precisam ser transformadas em atitudes, precisamos mostrar ao mundo que nossa preocupação com a sociedade vai além das nossas vigílias e dos nossos encontros dominicais.

Chegou a hora (na verdade essa hora já chegou à centenas de anos), dos candeiros sairem debaixo da vasilha e iluminarem o mundo, caso contrário o breu (escuridão) vai continuar nos cobrindo.

Termino deixando o Lenine e suas divagações apelarem a você: Quem vai pagar a conta?, quem vai lavar a cruz?, o ultimo a sair do breu acende a LUZ”

Pedro

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Teologia triunfalista e Los Hermanos

por semcor



“Olha lá quem sempre quer vitória
e perde a glória de chorar
Eu que já não quero mais ser um vencedor,
levo a vida devagar pra não faltar amor”

(( Marcelo Camelo ))


Assista o Clipe: (( http://www.youtube.com/watch?v=iNw3LXiiEEM ))



Não foram poucas as vezes em que escutei um pastor orando com vigor num desses programas de televisão: “Nós determinamos a nossa vitória, agora!”. Interessante que, quando escuto essa frase, sempre lembro daquelas correntes de força positiva em desenhos animados de fantasia, tipo “A Caverna do Dragão”, em que todos se juntam e repetem uma frase-mágica para abrir um portal. “Sin-salabimbimbim!”, algo do tipo. Engraçado que, eu já conhecia a música do Marcelo Camelo há muito tempo e nunca tinha associado: a letra serve pra dar uma boa lição teológica na cabeça desse pastores que tentam determinar a vitória.

De modo bem genérico, a canção trata desse tipo de pessoa que não leva desaforo para casa, que não tem papas na língua; essas pessoas que “se for jogar é pra ganhar”. Marcelo Camelo zomba desse estereótipo do “vencedor” que nos cerca. “Chorar é coisa de menina”, “perder é só para os fracos”. Esse estereótipo (especialmente ligado ao homem e ao machismo) se difundiu de forma intensa em igrejas pelo mundo inteiro. Baseados na interpretação errônea do texto “Somos mais que vencedores em Cristo Jesus”, criaram a idéia de que “com Cristo é vencer ou vencer!”, ou mesmo “não diga que a vitória nunca vem, porque vitória pra você, Deus tem!”.

Essa idéia, do crente vitorioso, estranhamente não bate com palavras do próprio Cristo. Pois, o conceito de vitória exposto por Ele, parece ser muito mais abrangente. Perceba que quando Cristo diz “No mundo tereis aflições, mas, tende bom ânimo, eu venci o mundo”, ele está lançando para nós alguns princípios. O primeiro deles está ligado à idéia de que, por favor, realmente teremos problemas! A energia elétrica poderá ser cortada, você poderá ser despejado, quem sabe entrar em crise existencial, perder um ente querido ou até mesmo estar debilitado com uma séria doença. Sim, isso pode acontecer. Ou inúmeras outras coisas que tragam a você “aflições” como Cristo afirmou. E não me venha com evangeliguês tipo “tá amarrado, em nome de Jesus”!

Entretanto, ele nos traz o fim da afirmação: “mas tende bom ânimo, eu venci o mundo”. Ora, é bom muito ouvir o que Cristo disse e tomar para si como uma certeza de que terei vitórias sempre. Mas, não. Creio que Cristo fala de algo maior. Ele venceu o olhar natural do mundo: ser torturado, crucificado, torturado na cruz e morrer abandonado. Pior desgraça não havia na época. Porém, Ele é o Filho de Deus que venceu o mundo, ressuscitando ao terceiro dia e trazendo salvação àqueles que nele crêem. Nossa vitória contra o mundo não está diretamente (ou totalmente, diria) ligada a vencer aflições do mundo. Mas, sim, ter a convicção de que, tudo isso pode acontecer, entretanto, venceremos ao final, correndo a carreira proposta e aguardando com fé: viver eternamente, sem aflições, nos altos céus, ao lado do próprio Deus.

No trecho da música, citado no começo do artigo, podemos encontrar alguns valores importantes. Camelo nos fala de alguém que “sempre quer vitória e perde a glória de chorar”. Há cristianismo? Sim: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia” (Sl 46:1). Eu vivo o prazer de ter o abraço do Pai quando choro. Ele prometeu ser meu refúgio. Não quero perder a glória de chorar aos pés do Redentor.


Eu que já não quero mais ser um vencedor,
levo a vida devagar pra não faltar amor”


A ironia é clara: não quero ser esse tipo de vencedor. Que quer vencer a todo custo, que não tem sentimentos. Eu também não quero. Eu quero ser o vencedor que leva a vida devagar pra não faltar o caráter de Cristo em mim. Não quero ser um apressado, acelerado em busca de tesouros e vitórias que vão ficar por aqui. Eu quero construir tesouros eternos, quero desenvolver construções que fiquem para eternidade, pra não faltar amor de Deus, nunca.

Eu não quero viver iludido com a teologia triunfalista. Acredito que isso entristece o coração de Deus. Sei que é seu desejo que os filhos vivam em sabedoria (basta ler Provérbios ou Eclesiastes). Viver a sabedoria, o conhecimento, com prudência. Ao mesmo tempo viver a emoção, não ser frio diante do amor que Ele reserva a nós. Por fim, deixo abaixo as palavras do autor aos Hebreus. Ele nos mostra bem o que fazer quando há problemas. Fazer o que Jesus faria é a chave. “Eu que nunca fui assim…muito de ganhar, junto aos mãos ao meu redor e faço o melhor que sou capaz só pra viver em paz”.


“PORTANTO nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta,2 Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus.3 Considerai, pois, aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo, para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos” (Hebreus 12:1-3)

toda glória a Deus,
semcor

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toc toc, quem bate? ETERNO APRENDIZ CHEGOU!

me disseram tantas vezes pra me calar, e quem já não se sentiu como eu?
lágrima molhada que escorria no rosto e palavras que já construídas se desmanchavam por ter fixo no pensar a única ideia de que mandaram me calar.
mas eu vi, eu vi que estavam fazendo errado que aquilo que falavam e doutrinavam, era mentira era construção barata de uma torre trazendo a falência a luz dentro de cada um, pondo-os numa escuridão que não permitisse enxergar a si mesmo.
o que andam fazendo com meu povo pela a rua?
governantes sem temor, jovens sem pudor, mídia em rios de desgraça dominando o “planeta -mente” de crianças, jovens e idosos.
toda cor tem sido corrompida… não percebem mais o vermelho do sangue derramado,
não se percebe o transparente da lágrima sendo exposta, e seu sal…
quero ser sal da terra, chorar salgado, chorar… até meu grande Mestre chorou…
vou aprender a chorar, a não guardar mais a voz dentro de uma caixa, mas expo-la ao público.
vou aprender a amar, expressar em sonhos e real, o exemplo mais vivo de amor incondicional.
eu vou aprender a escolher em cada decisão a demonstração clara de refletir meu Mestre.
eu vou aprender… “viver e não ter a vergonha de ser feliz, cantar e cantar e cantar na beleza de ser um ETERNO APRENDIZ…”
eu sigo os exemplos do meu Mestre…não me venha com falsas filosofias….
que honra é poder não ser nada, mas ser tudo o que me leva a nada de mim.
Quero ser cada dia mais parecida com meu Mestre.
toc toc, quem bate? Sou eu, um eterno aprendiz!

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